Bolinhos de rapadura: Perfeitos com o cafezinho da tarde

Aprenda esta receita deliciosa , com sabor da roça, e perfeita para acompanhar o cafezinho da tarde. Experimente e faça uma viagem pelas lembranças das cozinhas e fornos dos quintais de Minas Gerais.

Aprenda esta receita deliciosa , com sabor da roça, e perfeita para acompanhar o cafezinho da tarde. Experimente e faça uma viagem pelas lembranças das cozinhas e fornos dos quintais de Minas Gerais.

*Da Série Quintais e Quitandas de Minas Gerais

Ingredientes:

  • 1 kg de farinha de trigo
  • Meia rapadura dissolvida no fogo com 3 copos de água ( ou 500 ml de melado de cana)
  • 1 xícara (chá) de mel
  • 4 ovos
  • Meia colher (sopa) de bicarbonato
  • Meio limão
  • 1 copo (americano) de óleo
  • Cravo e Canela a gosto
  • Meia colher (sopa) de fermento em pó

Material:

  • Forminhas redondas para empada no tamanho médio

Preparo:

  • Levar a rapadura, a água e o cravo ao fogo. Assim que formar um melado, retirar, coar e deixar esfriar ( Se utilizar o melado de cana, aquecê-lo por alguns minutos com o cravo e deixar esfriar.
  • Misturar o melado frio com os ovos batidos, o óleo e o mel em uma vasilha.
  • Pôr o fermento em pó, o bicarbonato, a canela e mexer bem.
  • Despejar a farinha aos poucos, batendo até que a massa fique homogênea e no ponto de bolo, porém não muito mole.
  • Untar as forminhas com óleo, esfarinhar e retirar o excesso
  • Despejar a mistura e assar em forno aquecido a 180 graus, até que fique dourado.

*Esta receita foi fornecida , alguns anos atrás, pela quitandeira Claudina da Cunha Castro, do município de Marliéria MG para o Projeto Sabores de Minas.

Sabor de bis

A tarde vai caindo e, com o pôr do sol, vem aquela vontade de tomar um cafezinho. Como já é tradição em Minas, o famoso café da tarde nunca vem sozinho. Na cidade de Marliéria, não é diferente. O momento do café se torna, a bem da verdade, hora de se deleitar com quitandas caseiras dos mais variados tipos. Quem põe a mão na massa para atender a freguesia é Claudina da Cunha Castro, a Dinha, que há um ano se dedica ao pequeno negócio montado nos fundos de sua casa.

Professora aposentada, Dinha viu nas quitandas uma forma de complementar sua renda. E o melhor de tudo: com prazer. “Tentei mexer com horta e sacolão. Mas o que deu certo mesmo foram as quitandas”, conta. O pouco tempo de atividade foi suficiente para formar uma legião de fãs. “O pessoal vem aqui praticamente 24 horas por dia”, comemora. Além de vender em sua casa, Dinha leva os produtos a uma feira que acontece quinzenalmente na cidade.

Isto é, quando sobra. “Tem dia em que o povo compra tudo”, conta. Com tamanha fama, fica difícil deixar o lugar sem experimentar uma iguaria. Na verdade, difícil mesmo é provar apenas uma.

Mapa dos Territórios Gastronômicos de Minas Gerais: O município de Marliéria está localizado no Território dos Rios/Doce

EA/TG – RIOS/DOCE

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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